segunda-feira, 4 de abril de 2011

Manual de Monografia - Cedido pelo Prof. Raimundo Luiz - FAL

MANUAL DE MONOGRAFIA

MONOGRAFIA é a descrição, através de um texto com formato pré-definido, de um estudo aprofundado de um assunto específico em alguma área, com o objetivo de esclarecer esse determinado tema e propor novas formas de organizá-lo e analisá-lo.

Uma monografia deve ser escrita em linguagem clara e objetiva. Um texto científico deve ser objetivo, preciso, imparcial, claro, coerente e impessoal. Os verbos devem ser conjugados na terceira pessoa do singular, nunca na primeira pessoa. O texto deve seguir uma seqüência lógica apresentando e explorando as idéias com precisão, as pesquisas, os dados, os resultados, sem prolongar-se por questões de menor importância.

ESTRUTURA DA MONOGRAFIA

A monografia contêm as seguintes partes:

Capa

Folha de rosto

Folha de aprovação

Dedicatória (opcional)

Agradecimentos (opcional)

Epígrafe (opcional)

Resumo em português

Resumo em inglês

Lista de Ilustrações (opcional)

Lista de Abreviaturas e siglas (opcional)

Sumário

Introdução

Proposição

Revisão da literatura

Discussão

Conclusão

Referências

Anexo (opcional)

A seguir será descrito cada item da estrutura da monografia:

CAPA

Deve-se colocar o nome completo do autor na parte superior da página, o título no meio e a cidade e ano de apresentação no final da página.

FOLHA DE ROSTO

Essa folha contém os elementos essenciais a identificação do trabalho. Ë semelhante à capa, com adição de uma frase.

FOLHA DE APROVAÇÃO

Deve conter a data de aprovação, nome do curso, nome completo do coordenador do curso, orientador da monografia e local para assinatura dos mesmos.

DEDICATÓRIA (opcional)

Texto curto, no qual o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho a alguém por quem tem afinidade. Sua colocação é opcional. Não é necessário colocar título.

AGRADECIMENTOS (opcional)

Local em que o autor manifesta seu agradecimento àqueles que colaboraram para elaboração do trabalho. O agradecimento é feito de forma hierárquica, escrevendo o nome completo de cada indivíduo ou instituição. Sua colocação é opcional.

EPÍGRAFE (opcional)

É uma citação ou pensamento que embasou a pesquisa. É opcional. Não é necessário colocar título.

RESUMO EM PORTUGUÊS

Este texto é o resumo de todo o trabalho, deve ser elaborado após o término do mesmo. Portanto, deve conter o objetivo, a discussão dos principais aspectos e conclusão do trabalho, em um único parágrafo. Ele é composto por frases objetivas, não ultrapassar 500 palavras e não apresenta o recuo do parágrafo. Logo abaixo do resumo devem ser colocadas as palavras-chave, conforme ABNT NBR 6028 (Associação, 2005, p.2).

.RESUMO EM INGLÊS (Abstract)

Segue as mesmas características do resumo em português, mas traduzido para o inglês e incluindo as palavras-chave (Keywords).

LISTAS (opcional)

Neste local, após o Abstract, podem ser incluídas (opcional) algumas listas se o autor achar necessário, sendo elas: Lista de tabelas, Lista de Figuras e Lista de Abreviaturas e Siglas.

A Lista de Abreviaturas e Siglas é composta por todas abreviaturas e siglas que aparecem no trabalho, sendo colocadas em ordem alfabética seguidas das palavras ou expressões correspondentes escritas por extenso. As demais listas são elaboradas seguindo a ordem que os elementos em questão (tabelas ou figuras) aparecem no texto, colocando seu nome e a página onde se encontra.

SUMÁRIO

A função do sumário é mostrar a estrutura e conteúdo do trabalho e facilitar a consulta. Portanto, esta parte consta de todos os itens e sub-itens que aparecem após o sumário com as respectivas páginas onde iniciam. Deve ser escrito utizando a mesma ordem dos itens e sub-itens e a mesma grafia em que aparecem no texto.

INTRODUÇÃO

A introdução é a apresentação geral sobre o assunto, ligando o leitor ao tema, fornecendo uma visão global da pesquisa realizada, incluindo definições, histórico, pontos de vista e abordagens, situar o problema no contexto geral, razão de se fazer a pesquisa e objetivo geral. Não é muito extensa, utiliza cerca de 2 a 3 páginas, desaconselha-se colocar ilustrações nesta seção. É preciso citar alguns trabalhos relacionados.

A partir da introdução, e até a conclusão, os itens são numerados, portanto a introdução recebe o indicativo 1.

PROPOSIÇÃO

Descrever o(s) objetivo(s) gerais e específicos do trabalho. Pode ser escrito em uma única frase ou em tópicos. Conjuga-se o verbo no passado (Ex: O objetivo do presente estudo foi avaliar ...). A proposição recebe o indicativo 2.

REVISÃO DA LITERATURA

Neste capítulo encontra-se uma retrospectiva da literatura com a descrição dos trabalhos mais representativos a respeito do tema da monografia. Confeccionar um resumo fiel ao texto original, para cada artigo utilizado na monografia. Este resumo deverá conter o sobrenome do(s) autor(es), ano de publicação e o resumo propriamente dito.

A confecção dos resumos deve conter as seguintes informações (não necessariamente nessa ordem):

- Artigo de pesquisa experimental: objetivos, um breve resumo da metodologia, resultados e conclusão;

- Revisão de literatura: objetivos, apresentação atual do problema, conclusão;

- Artigo de caso clínico: objetivos, apresentação atual do problema, apresentação do caso clínico, conclusão.

O resumo não deve ser extenso (de 2 a 3 resumos por página), até o máximo de uma página para aqueles artigos mais importantes.

Se houver mais de um assunto, pode dividir a revisão da literatura em sub-ítens, mostrando a evolução do tema.

Cada resumo deve ser escrito em um parágrafo, sem colocar tópicos enumerados. E os resumos são apresentados em ordem cronológica, mostrando a evolução do tema. A Revisão da Literatura recebe o indicativo 3.

DISCUSSÃO

A discussão é a etapa nobre do trabalho, pois é apenas nesta parte que o autor manifesta sua opinião e desenvolve seu raciocínio. É desenvolvida por partes: inicia com justificativa, evolui para interpretação das explicações dos trabalhos encontrados na literatura, chegando a conclusões lógicas e objetivas.

Pode estabelecer relações e associações, analisar causa-efeito, esclarecer limitações, propor novos métodos e técnicas, explicar mecanismos e fatos, mostrar concordâncias e discordâncias de resultados e idéias, expressar a relevância do estudo, aplicabilidade e futuras perspectivas. Nesta seção pode-se incluir ilustrações e tabelas, recebendo o indicativo 4.

CONCLUSÃO

É a síntese direta e concisa das confirmações obtidas. Deverá ser obrigatoriamente coerente com a proposição, concluindo somente o que foi comprovado. Esta seção recebe o indicativo 5, e é a última a ser numerada.

REFERÊNCIAS

É o conjunto padronizado de elementos que favorece a identificação de documentos impressos ou registrados no todo ou em parte (ABNT), informando TODOS os trabalhos citados no texto. As referências dos trabalhos aparecem como uma listagem em ordem alfabética, seguindo rigorosamente as normas da Quinta Edição do Grupo de Vancouver (1997). Deve-se citar no rodapé a norma e abreviatura utilizadas (conforme exmplo).

As abreviaturas seguem o padrão do Index Medicus (http://www.ncbi.nlm.gov/entrez/jrbrowser.cgi).

As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética e não devem ser numeradas. Deve-se citar o nome de até 6 autores, se o trabalho referenciado tiver mais que 6 autores, cite os 6 primeiros seguidos da abreviatura et al..

ANEXO (opcional)

Pode-se colocar em anexo materiais de caráter complementar não elaborados pelo autor, que este ache importante, citando o anexo no texto. Se houver mais de um anexo, numerar. Deve-se colocar o título de cada anexo.

CITAÇÃO

A citação é uma informação que o autor coloca em seu trabalho oriunda de outro texto, com o objetivo de esclarecer ou complementar suas idéias. A citação é escrita colocando o nome do autor (apenas com a letra inicial maiúscula) e o ano de publicação. A citação pode ser direta, indireta ou de outra citação.

A citação direta é quando coloca-se a mensagem com as próprias palavras do texto original. Neste caso coloca-se a frase entre aspas. (Exemplos: “Materiais de moldagem sofrem embebição ao permanecerem imersos em soluções desinfetantes.” (Lepe et al., 2002); Lepe et al. (2002) afirmaram que “materiais de moldagem sofrem embebição ao permanecerem imersos em soluções desinfetantes.” )

A citação indireta é aquela que o autor cita com suas palavras as explicação ou informações de outros trabalhos. (Exemplos: Os materiais utilizados para moldagem sofrem embebição quando ficam imersos em soluções desinfetantes (Lepe et al., 2002).; Lepe et al. (2002) afirmaram que os materiais utilizados para moldagem sofrem embebição quando ficam imersos em soluções desinfetantes.)

Citação de citação é quando utiliza-se informações de um texto, mas essas informações são originais de outro trabalho mais antigo e esse autor já está citando-as. Coloca-se a informação e a citação é feita da seguinte forma: autor original, ano original apud autor que citou, ano que foi citado (exemplo: Angle, 1902 apud Soares, 2007). Esse modo de citação deve ser evitado, deve sempre procurar obter o documento original.

FORMATAÇÃO

A monografia deverá ser impressa em folha A4 (21,0 x 29,7 cm) branca, com tinta preta, utilizando só a frente da folha. A fonte utilizada deverá ser Arial ou Times New Roman, com tamanho 12 para o texto, podendo ser maior (14 ou 16) o nome de cada seção.

O espaçamento entre linhas é duplo no texto e 1,5 no resumo e referências. E as margens:

  • Superior: 3,0 cm
  • Esquerda: 3,0 cm
  • Direita: 2,0 cm
  • Inferior: 2,0 cm

O espaço de parágrafo deve ser 2,0 cm da margem esquerda.

PAGINAÇÃO

As páginas da monografia devem ser contadas seqüencialmente a partir da capa, mas sua numeração só começa a aparecer após o sumário, ou seja, na introdução. Este número deve estar localizado no início da página e à direita.

ABREVIATURAS

Pode-se abreviar palavras, evitando assim repetições no texto. A primeira vez que a palavra aparecer no trabalho, a mesma deve ser escrita por extenso e colocada a abreviatura entre parênteses, depois pode-se utilizar apenas a abreviatura.

Exemplo: Articulação têmporo-mandibular (ATM)

ILUSTRAÇÕES

São consideradas ilustrações todas as figuras, gráficos, esquemas, fotografias, entre outros. Todas as ilustrações devem ser citadas no texto, podendo ser citada entre parênteses (figura1). Elas são numeradas seqüencialmente no trabalho com algarismos arábicos, independente da seção onde se encontram. O título de cada ilustração deve ficar abaixo da mesma, seguido do nome e número desta (exemplo- Figura 1: Aspecto inicial do paciente).

As ilustrações aparecem centralizadas no texto e o mais próximo possível do local que são mencionadas.

TABELAS

Seguem as normas do IBGE para tabelas.

Todas as tabelas devem ser citadas no texto, podendo ser citada entre parênteses (tabela 1). Elas são numeradas seqüencialmente no trabalho com algarismos arábicos, independente da seção onde se encontram. O título de cada tabela deve ficar acima da mesma, seguido do nome e número desta (exemplo- Tabela 1: Média e desvio padrão da resistência à microtração dos grupos estudados).

As tabelas aparecem o mais próximo possível do local que são mencionadas no texto.

COMO ESCREVER AS REFERÊNCIAS

Livro: Sobrenome iniciais do autor. Título do livro. Edição (se houver). Cidade: Editora; ano.

Artigo de periódicos: Sobrenome iniciais do autor. Título do artigo. Título do periódico. Ano; volume (número): página inicial-final.

Artigo de periódicos [suporte eletrônico]: Sobrenome iniciais do autor. Título do artigo. [periódico on line]. Ano [data de acesso]; volume (número) [quantidade de páginas]. Fonte eletrônica consultada.

Monografia, Dissertação e Tese: Sobrenome iniciais do autor. Título: subtítulo [categoria]. Cidade: Instituição; ano.

Trabalhos apresentados em Congressos: Sobrenome iniciais do autor. Título: subtítulo. In: Nome do Congresso; ano; local de realização. Local de publicação (cidade): Editora; data de publicação.

Metodologia Científica - Lidio Sânzio - FAL - 2011.1

A CIÊNCIA

1. Conceito

Entende-se por ciência, uma sistematização de conhecimentos, um conjunto de preposições logicamente correlacionadas sobre o comportamento de certos fenômenos que se deseja estudar. São duas acepções:

1.1. a lato sensu, que representa apenas o significado de conhecimento;

1.2. e a stricto sensu, referindo-se não a um conhecimento qualquer, mas àquele que é obtido por meio da apreensão e do registro dos fatos, com a demonstração de suas constitutivas ou determinantes.

A ciência, através da evolução de seus conceitos, está dividida por áreas do conhecimento. Assim, hoje temos conhecimento das Ciências Humanas, Sociais, Biológicas, Exatas, entre outras. Mesmo estas divisões têm outras subdivisões cuja definição varia segundo conceitos de muitos autores. As Ciências Sociais, por exemplo, pode ser dividida em Direito, História, Sociologia, etc.

1.3. Como ciência compreende-se, também:

1.3.1. atividades que propõem a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas;

1.3.2. conhecimento certo do real pelas suas causas;

1.3.3. conhecimento sistemático dos fenômenos da natureza e das leis que o regem obtido pela investigação, pelo raciocínio e pela experimentação intensiva.

1.4. Beaud (1996) considera que a arte do pensamento sistêmico (GONÇALVES, 2005) inclui:

1.4.1. aprender a reconhecer as ramificações e os corolários da ação que escolhemos;

1.4.2. conjunto de enunciados lógicos e dedutivamente justificados por outros enunciados;

1.4.3. conjunto de conhecimentos consistindo em percepção, experiências, fatos certos e seguros;

1.4.4. conjunto orgânico de conclusões certas e gerais, metodicamente demonstradas e relacionadas com o objetivo determinado;

1.4.5. estudos de problemas solúveis, mediante método científico;

1.4.6. forma sistematicamente organizada de pensamento objetivo;

1.4.7. acúmulo de conhecimentos sistemáticos.

1.5. Conhecer é incorporar um conceito novo, ou original, sobre um fato ou fenômeno qualquer. Portanto, podemos dizer que o conhecimento não nasce do vazio e sim das experiências que acumulamos em nossa vida cotidiana, através de experiências, dos relacionamentos interpessoais, das leituras de livros e artigos diversos.

2. Tipos de conhecimento

2.1. Conhecimento empírico (ou conhecimento vulgar, ou senso-comum): é o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não planejadas. Ex: A chave está emperrando a fechadura e, de tanto experimentarmos abrir a porta, acabamos por descobrir (conhecer) um jeitinho de girar a chave sem emperrar.

2.2. Conhecimento filosófico: é fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento especulativo sobre fenômenos gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fenômenos gerais do universo ultrapassando os limites formais da ciência. Ex: “O homem é a ponte entre o animal e o além-homem” (Friedrich Nietzsche).

2.3. Conhecimento teológico: conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral e das crenças de cada indivíduo. Ex: Acreditar que alguém foi curado por um milagre; ou acreditar em Duendes; acreditar em espíritos, etc.

2.4. Conhecimento científico: é o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados na metodologia científica. Podemos dizer, então, que o conhecimento científico é racional e objetivo; atém-se aos fatos; transcende aos fatos; analítico; requer exatidão e clareza; comunicável; verificável; depende de investigação metódica; busca e aplica leis; explicativo; pode fazer predições; aberto e útil (GALLIANO, 1979). Ex: Descobrir uma vacina que evite uma doença.

3. Métodos

3.1. Dialética: a Dialética, processo e arte de se buscar uma verdade pelo diálogo e pela discussão, ou, tipo de lógica que interpreta os processos (históricos, p. ex.) como oposição de forças (antítese) que tendem a se resolver numa solução (síntese) é a força que nos impulsiona e nos mantém pensando, considerando sempre o objeto e as coisas à sua volta. A obrigação que temos em assumir a tarefa de pensar é dada pela realidade vital, porque esta realidade não pode ser negada, pois é experimentada e vivida. Conforme Turato (2003, p. 43 apud LEHFELD, 2007, p. 20) “a atitude científica é fi lha do bom senso, do espírito crítico que uma pessoa desenvolve geralmente desde uma idade [...]”. O primeiro aspecto que a análise de algo nos oferece é a apresentação de uma multidão de opiniões que o cerca. Mas, sobre estas opiniões empregamos a elegância em saber escolher o que melhor se adapta ao nosso juízo. Conota o sentido latino “eligentia”, condicionado ao prefixo “int” obtemos inteligência, signifi ca hábito de escolher. O termo elegância é um dos principais elementos da ética orteguiana (ORTEGA Y GASSET, 1883-1955). Por elegante entende-se o ser humano que nem faz, nem diz qualquer coisa, mas, faz o que é preciso fazer e diz o que é preciso dizer. Esses conceitos são aplicados quando a ciência é vista como um conjunto de atitudes e atividades racionais dirigidas ao sistemático conhecimento com objetivo limitado, capaz de ser submetido à verificação. Portanto, podemos compreender que o trabalho acadêmico é a exposição de um conhecimento. Expor organizadamente o conhecimento facilita a sua compreensão. “Escrever sobre as “Dificuldades do Trabalho Acadêmico”, “verbi gratia” (v.g., do latim=por exemplo), pode resultar num texto mais claro se os seus conteúdos forem explicitados de forma a expressar a organização do raciocínio que residiu às refl exões em que se funda” (RODRIGUES, 2007, p. 97).

3.2. Conceito de método: O método é o ornamento lógico e racional de atitudes e procedimentos empregados na demonstração da verdade. É um caminho, uma forma, uma lógica de pensamento. Temos o método dedutivo, o indutivo, o hipotético-dedutivo, o fenomenológico e o dialético. Através de métodos podemos atingir os resultados desejados. Conforme Neto (2006, p. 17)etimologicamente, “método (do grego “meta”=através de e “odós”=caminho) significa o caminho através do qual é possível encontrar a solução do problema proposto pela pesquisa”. Demo (1987, p.19) diz que “metodologia é uma preocupação instrumental [...] e a finalidade da ciência é tratar a realidade teórica e prática”. O autor ainda diz que a atividade básica da ciência é a pesquisa. Já a técnica é “um conjunto de preceitos ou processos de que se serve a ciência ou arte; é a habilidade para usar esses preceitos ou normas na prática. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos” (MARCONI e LAKATOS, 2005, p.62). Distinguem-se primordialmente dois tipos de operações mentais na busca da verdade que são dois métodos considerados fundamentais de raciocínio:

3.2.1. a indução que vai do particular para o geral;

3.2.2. e a dedução que parte do geral para o particular. Mostrar como a conclusão deriva de verdades universais já conhecidas é proceder por via dedutiva sou silogística (“resolutio formalis”). Mostrar como uma conclusão é tirada da experiência sensível, ou, em outras palavras, resolver uma conclusão nos fatos dos quais nosso espírito a atrai como de uma matéria (“resolutio materialis”) é proceder por vias indutivas (GARCIA, 2000).

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER

1. O valor da leitura

A leitura como atribuição de sentidos ao texto é importante para toda a nossa vida. O aprofundamento da vida acadêmico-científica passa a exigir do estudante uma postura de autoatividade didática e muita disciplina que será, sem dúvida, crítica e rigorosa (SEVERINO, 2007). O ensino superior não pode ir além de sua função de fornecer instrumentos para uma atividade criadora e, para dar início a um novo estilo de trabalho, o estudante precisa começar a ler e a ser feliz por estar lendo. Os seres humanos, a sociedade e a empresa são organismos vivos que aprendem e ensinam e, o que possibilita seu desenvolvimento harmonioso é o bem-estar do indivíduo. Vale ressaltar que aprendemos somente quando estamos motivados e a motivação é bioquímica (bio-psico-social) (GROSSI e BORDINI, 1999). A Antropologia diz que a língua materna serve não só para dizer quem somos, mas ajuda a pensar que somos, ou seja, pensamos o próprio pensamento da nossa língua. Quando aprendemos a ler ou a escrever, passamos por diversas intervenções por meio da escrita, que é suporte, quando se fala de procedimentos. Quando aprendemos a falar, provavelmente passamos por outros procedimentos. Para uma pessoa aprender a ler e a escrever, são utilizadas técnicas e procedimentos vinculados à história da escrita. Conforme Gil (2007, p. 57) “o conceito de aprendizagem é um dos mais importantes no domínio da psicologia. Refere-se às modificações nas capacidades ou disposições do ser humano que não podem ser atribuídas simplesmente à maturação”. Podemos observar na história e na filosofi a que o pensamento grego valorizava sobremaneira o intelecto, nossa capacidade de alcançar o conhecimento racional da verdade teórica e moral. Platão e Aristóteles julgavam que a mais elevada realização da vida humana só era alcançável por quem conseguisse obter esse conhecimento. “A vida é, não uma substância, mas um fenômeno de auto-eco-organização extraordinariamente complexo que produz autonomia” (MORIN, 2003, p. 21). Trabalho autônomo quer dizer que ele é fruto de um esforço do próprio pesquisador. Não significa desconhecimento ou desprezo da contribuição alheia, mas, ao contrário, capacidade e competência para manter um inter-relacionamento enriquecedor, portanto, “dialético com outros pesquisadores, com os resultados de outras pesquisas, e até mesmo com os fatos” (SEVERINO, 2007, p. 146). É provável que o aspecto mais crucial da compreensão epistemológica de uma produção científica seja, então, o conhecimento produzido e percebido como fonte de pesquisa. Podemos compreender que o valor da leitura deriva, em parte, do valor que tem a própria posse do conhecimento. De diversas maneiras, a posse de várias espécies de conhecimento é preciosa, e é ruim estar enganado acerca de assuntos importantes. Conseqüentemente, tentamos adquirir conhecimentos verdadeiros através da leitura e evitar crer em relatos falsos, pelo menos no que diz respeito a assuntos significativos, como a saúde e a felicidade. É assim que cada qual se vê diante da tarefa de ler um livro, um artigo em uma revista, (website) ou um jornal (COELHO, 2001). Dada a importância da leitura e a conscientização do aluno de que doravante o resultado do processo dependerá fundamentalmente dele mesmo, seja pelo seu próprio desenvolvimento psíquico e intelectual, seja pela própria natureza do processo educacional, precisamos de algumas diretrizes que nos permitem distinguir os tipos da leitura eficaz.

1.1. Tipos de leitura

1.1.1. análise textual: leitura do conhecimento; define unidade do texto; reconhece vocabulário, crenças e fatos dos autores.

1.1.2. análise temática: determina o problema; percebe seqüências das idéias do autor; domina as paralelas do tema central.

1.1.3. análise interpretativa: interpreta as idéias do autor; lê nas entrelinhas; critica o texto lido e constrói um juízo crítico.

2. O desafio está lançado

2.1. Esforço inicial: “A leitura pode ser oral ou silenciosa; técnica e de informação; de estudo; de higiene mental e de prazer” (SALOMON apud ANDRADE, 2007, p.7). Mas, o ato de ler ainda se constitui um problema no início da vida acadêmica e o mundo que nos rodeia é somente prova de nossas capacidades. Se quisermos mais alegria no mundo, devemos criar esta alegria no coração. Descobrimos, portanto, que, o que se quer fazer é fundamental para realizar os sonhos. As dificuldades fazem parte do crescimento e, é preciso ter vontade de superá-las à medida que elas aparecem. A neurolingüística (PNL) nos ensina que todo problema tem solução; apenas temos que ampliar a nossa capacidade de recursos e buscar estratégias para resolvê-lo. É com atitude pró-ativa que enfrentamos com coragem os desafios da leitura para realizarmos a tarefa da escrita. Agir com produtividade deve ser a meta de todo acadêmico para que possa criar um ambiente propício à auto-realização na manifestação de suas potencialidades e talentos tanto na leitura quanto na escrita.

2.2. Motivação: A leitura tem uma relação estreita com a motivação. Na medida em que nossas emoções atrapalham ou aumentam nossa capacidade de pensar e fazer planos, de seguir treinando para alcançar uma meta distante, ou, solucionar problemas estão definidos limites ao nosso poder de usar nossas capacidades mentais inatas e, assim, determinamos como nos saímos na vida. Na medida em que somos motivados por sentimentos de entusiasmo e prazer no que fazemos, esses sentimentos nos levam ao êxito (GOLEMAN, 2001). É preciso aprender a ler como é preciso aprender a pensar, sentir, agir, se relacionar e viver em grupo. Conforme Proetti (2006, p. 59) para o estudante “é muito importante elaborar um roteiro de trabalho antes de iniciar a leitura” como o é um planejamento de vida acadêmico-científica e o que se quer dela. E, “uma vez habilitado para compreensão de textos, o pesquisador estará em condições de realizar as atividades básicas que o introduzirão na produção de trabalhos acadêmicos” (BRESSER e JESUS, 2007, p. 12).

quarta-feira, 23 de março de 2011

Algumas dinâmicas para os colegas...

Labirinto

1. Destinatários: Grupos de Jovens

2. Material: uma bandeja e um vaso ou copo com água

3. Desenvolvimento:

- O grupo se divide em duas equipes, com igual número de participantes. Tomando-se pelos braços, os integrantes de cada equipe formam um círculo. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água. Ao ouvirem o sinal de partida, iniciam a corrida por entre os companheiros, entrando e saindo do círculo. Retornando ao ponto de partida, passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo, e assim sucessivamente, até que todos tenham participado. A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro, sem haver derramado água.

4- Avaliação:

- Para que serviu a dinâmica??

Confusão de Sapatos

1- Passos:

- Traçam-se 2 linhas paralelas a uma distãncia de 10m.

- Atrás de uma das linhas, a de partida, ficam alinhados os participantes

- atrás da outra linha, ficam os sapatos dos participantes, todos misturados, porém sem estarem amarrados ou abotoados.

- Ao sinal de partida, todos correm para a linha de chegada, e cada qual procura calçar o seu sapato. Este deve ser amarrado ou abotoado, conforme a necessidade. Em seguida, retorna-se à linha de partida.

- O primeiro que transpuser a linha de partida, devidamente calçado com o seu sapato, será o vencedor.

Salvar da Bruxa

1- Passos:

- A bruxa traça vários círculos dentro de seus domínios, como no esquema abaixo (no chão). No domínio da bruxa só ela pode entrar. Os outros jogadores ficam dispersos.

Montar exemplo do Domínio *****

- A bruxa sai em perseguição dos jogadores. Cada um que ela apanhar, será colocado num dos círculos. Os companheiros poderão salvar os colegas prisioneiros sem, penetrar nos domínios da bruxa, mas estendendo a mão para os mais próximos, e este, por sua vez, para os dos outros círculos, sem sairem dos próprios círculos.

- Se a bruxa colocar mais de um prisioneiro num só círculo estes não poderão ser salvos.

- Os jogadores, que forem aprisionados mais de uma vez, serão auxiliadores da bruxa.

- Será vencedor o jogador que não se deixar aprisionar.

Adivinhando objetos.

1- Destinatários: Grupos de Jovens

2- Material: Giz e quadro negro.

3- Desenvolvimento:

- O animador divide o grupo em duas equipes, com igual número de participantes. Cada qual recebe um giz.

- A uma distância de aproximadamente 15 metros, coloca-se o quadro-negro. O exercício consiste no seguinte: As equipes têm que adivinhar o objeto cujo nome o animador esconde; para consegui-lo, recebem três pistas. Tão logo descubram do que se trata, escrevem seu nome no quadro. Ganha a equipe que o fizer Primeiro. O exercício pode ser repetido diversas vezes. O animador dá, por exemplo, as seguintes pistas: pode ser de cores diferentes, é sólido, usa-se para comer e tem quatro letras (mesa). As palavras propostas às equipes devem ser breves, exigindo a utilização de cada letra apenas uma vez. Exemplos: apito, sol disco, barco, livro, caderno, goma, lápis, pulseira, meia, trem, etc.

4- Avaliação:

- Para que serviu a dinâmica??

Corrida com bolas

1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.

2- Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada equipe.

3- Desenvolvimento:

- O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de partida. Os primeiros representantes de cada equipe recebem, no menor tempo possível, a bola sobre a bandeja até à meta. As bolas que chegam a seu destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete o mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes tenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de suas bolas.

4- Avaliação:

- Para que serviu a dinâmica ??

Meu Vizinho

Formação : todos em círculo

Desenvolvimento:

O animador começa o jogo dizendo : “O meu vizinho é ...” ( aqui diz uma qualidade ). Conforme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a emsma letra. Por ex., se o animador desser: “Meu vizinho é corajoso”, todos os demais jogadores dirão palavras com a letra “C”. Não podem repetir palavras. Terminada a primeira rodada, o animador escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.

terça-feira, 8 de março de 2011

Feliz Dia Internacional da Mulher!!!!

Um homem inteligente falando das mulheres
Luiz Fernando Veríssimo

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha Salvem as Mulheres!
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Petrobras oferece 72 vagas para estágio no RN

Petrobras oferece 72 vagas para estágio no RN

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

A Petrobras, através do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), está com processo seletivo aberto para o Programa de Estágio da Petrobras nas cidades de Natal e Mossoró. São 72 vagas destinadas a estudantes de nível técnico e superior.

Poderão participar alunos dos cursos técnicos de eletrotécnica, mecânica, segurança do trabalho, entre outros. Já para o nível superior, são oferecidas vagas para alunos de Administração, Biologia/Ecologia, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Engenharia (Agronômica, Civil, Elétrica, Mecânica, Produção, Química), Serviço Social, Pedagogia e outros. Das 72 vagas oferecidas, 52 são para a Petrobras em Mossoró e 20 para sede da Companhia em Natal.

O Programa de Estágio da Petrobras possibilita que os alunos vivenciem o dia a dia da profissão e adquiram experiência na área escolhida.

Para o jornalista Leandro Igor não foi diferente, após ter concluído o estágio de 11 meses na Petrobras, foi admitido em uma agência de comunicação para prestar serviço em uma empresa da área de saúde do RN. "Foi um diferencial em meu currículo, no estágio atuei em diferentes processos de comunicação, onde pude vivenciar e aprender questões fundamentais de comunicação em uma grande empresa"�, disse ele.

Para participar da seleção o candidato deve ser maior de 16 anos, residir na cidade que oferece a vaga e estar cadastrado no IEL. As inscrições ocorrerão até o dia 15/03/2011. Em Natal, no horário de 8h às 11h e das 14h às 17h, na Casa da Indústria - Av. Sen. Salgado Filho, 2860, Térreo, Lagoa Nova. E em Mossoró, de 8h às 12h e das 13h30 às 17h, no IEL/Mossoró, Rua Benjamin Constant, nº. 65, Doze Anos. Os editais estão disponíveis no www.rn.iel.org.br

Depende da Posição!

DEPENDE DA POSIÇÃO...

Segundo estudos recentes,
parado,
fortalece a coluna;
de cabeça baixa estimula a circulação do sangue;
de barriga para cima
é mais prazeroso;
sozinho, é estimulante, mas egoísta;
em grupo,
pode até ser divertido;
no banho pode ser
arriscado;
no automóvel, é muito perigoso...
Com frequência,desenvolve a imaginação;
entre duas pessoas
, enriquece o conhecimento;
de joelhos
, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer
ou na sobremesa,
sobre a cama
ou na rede,
nus
ou vestidos,
sobre o sofá
ou no tapete,
com música
ou em silêncio,
entre lençóis
ou no closet:, sempre é um ato agradavel e de enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica...

... Ler é sempre um prazer!!!

DEFINITIVAMENTE, LER LEVA A DESFRUTAR DA IMAGINACÃO... E VOCÊ ACABOU DE EXPERIMENTAR ESSE FATO....

PENSOU QUE FOSSE O QUE? OH!!!??? MENTE POLUÍDA

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

FAL é vendida para a Estacio de Sá... Confira o que diz o Jornal: Tribuna do Norte de 24/02

FAL é vendida por R$ 12,5 milhões

Publicação: 24 de Fevereiro de 2011 às 00:00

Sílvia Ribeiro Dantas - Repórter de Economia


O grupo Estácio anunciou ontem a aquisição da Faculdade de Natal (FAL), após um ano e meio de negociação. A cifra investida foi de R$ 12,5 milhões, com parte do pagamento para os sócios e outra parte em assunção de obrigações. Assim, a Estácio passará a contabilizar 4 mil alunos e 185 professores, com aulas em quatro campi distribuídos na capital potiguar.

alex régisJoão Barroso, da Estácio de Sá, afirma que alunos terão acesso a uma série de serviços da instituiçãoJoão Barroso, da Estácio de Sá, afirma que alunos terão acesso a uma série de serviços da instituição
Esta é a segunda negociação envolvendo uma grande faculdade privada de Natal, ao longo de cinco anos. Em 2007, a Laureate adquiriu 60% das ações da Universidade Potiguar (UnP).

A Estácio já está presente na cidade desde 2002, através da Faculdade Estácio de Natal (FEN), antiga Câmara Cascudo. E, para representantes da companhia, a transação representa um crescimento importante em Natal, considerada uma importante capital nordestina. De acordo com o diretor de relações institucionais da Estácio, João Barroso, o interesse em Natal surgiu por ser uma das principais capitais das regiões Norte e Nordeste, que constituem o mercado educacional com maior crescimento dentro do Brasil.

Barroso diz que, para os alunos da instituição de ensino natalense, a compra pela Estácio dará acesso a diversas vantagens, como ter a oportunidade de se candidatar a vagas de estágio e emprego em diferentes estados brasileiros. “Há um plano de estágio e emprego nacional, que qualquer aluno da instituição pode se candidatar e através do qual foram oferecidas, somente no ano passado, 120 mil vagas. Assim, ele pode ter acesso a um estágio em São Paulo, Florianópolis ou Goiânia, por exemplo”, explica.

A FAL possui hoje 2,4 mil alunos matriculados em seus cursos presenciais de graduação e pós-graduação, divididos em três unidades na capital do Rio Grande do Norte. “E eles não sentirão qualquer mudança imediata, já que a direção, a coordenação e os professores continuarão os mesmos. Não haverá modificação na área acadêmica ao longo do primeiro semestre deste ano, que teve início em 1º de fevereiro”, garante o diretor geral da FAL, Eduardo Holder.

O diretor da Faculdade de Natal conta que a negociação correu de forma tranquila e foi realizada com o intuito de formar uma parceria, para que haja continuidade no trabalho que já vem sendo desenvolvido na instituição. “Só que acrescentando na estrutura e na qualidade do ensino. Daqui para a frente, deverá haver uma melhoria nas salas de aula, laboratórios, sistema de informática e material didático”, completa Holder.

Instituições

A (FAL) iniciou suas atividades em 1999, com os cursos de ciências contábeis e administração de empresas. Hoje, conta com 11 cursos autorizados pelo Ministério da Educação (MEC).

O grupo Estácio tem 40 anos e começou oferecendo o curso de direito, na cidade do Rio de Janeiro, com a Universidade Estácio de Sá. Hoje, a companhia agrega 30 instituições de ensino no Brasil, entre universidades, centros universitários e faculdades, estando presente em 36 cidades de 17 estados do país e também no Paraguai, em um total de 69 campi.

Planos da Estácio são de inovação

A Estácio pretende inovar na rede de ensino superior brasileira, com o fornecimento de tablets para seus alunos, que permitirão o acesso a todo o conteúdo pedagógico utilizado em cada semestre e diferentes ferramentas de ensino. Em agosto deste ano, mais de cinco mil alunos de Direito, dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, começarão a receber os equipamentos e a previsão é de que os cerca de 216 mil alunos da instituição, bem como todos os professores, tenham acesso aos tablets ao longo dos próximos cinco anos.

A escolha dos estados do Sudeste brasileiro para dar início ao projeto ocorreu por esta ser a região que abrigou as primeiras atividades da instituição.

O diretor de relações institucionais da Estácio explica que, além do material didático, o tablet vai trazer outros conteúdos, como biblioteca virtual, com mais de mil obras, projeto pedagógico do curso e planos de aulas. “O material didático será composto por capítulos integrais das melhores obras por disciplina, que podem ser conseguidos através de uma parceria entre a Estácio e a ABDR (Associação Brasileira dos Direitos Reprográficos). E isso é interessante também, porque o aluno poderá acessar as informações de qualquer lugar, basta levar o seu tablet”, diz João Barroso.

Outro ponto que a introdução da nova tecnologia deverá contemplar é a inclusão digital, uma vez que tanto alunos quanto professores receberão treinamento, para que aprendam a utilizar os equipamentos. “Será uma novidade para a universidade e para os alunos. É uma iniciativa totalmente inovadora”, ressalta Barroso.

A migração do material em papel, que hoje é fornecido gratuitamente, para o meio digital vai gerar uma economia anual de 6 milhões de páginas e algo em torno de 240 milhões de páginas em cinco anos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Férias... mais que merecidas!!!

Desde o último dia 01 estou de férias do trabalho (PROJOVEM), comigo a certeza de um mês melhor, com muitas novidades e muito descanso...

Janeiro já terminou e com ele veio o termino da disciplina de Lingua Portuguesa. Foi muito bom....

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Alguns livros que já li... Vale a pena ler!!!!







Por que você não quer mais ir à igreja? Uma história sobre o verdadeiro amor de Deus!


É o que diz o enunciado do livro, logo após a leitura do título.

O livro de Wayne Jacobsen e Dave Coleman, da Editora Sextante, é muito fiel ao título. Acabei de ler este livro nas férias e sei o quão é bom a leitura do mesmo.

Fala sobre o verdadeiro amor de Deus mesmo!

A história do livro baseia-se em encontro com o suposto Apostolo João, um homem que vive e transgride a vida de Deus com as pesosas e para as pessoas. O encontro dele com o Jake é emociaonante, apesar de nem sempre estar próximo, em todos os acontecimentos, mas sempre quando preciso, ele estava lá. Parece que sentia, ou presentia os acontecimentos.

Com isso, o livro traz um histórico de amor e carinho com o próximo e nos ensina o real valor da igreja. Não a estrutura, mas o que se abriga nela - as pessoas. A familia que é construida em meio aos encontros.

Vale a pena ler!!!

Depois de ter lido o livro A Cabana, outro clássico da literatura intenacional, me aprofundei ainda mais no amor incondicional de Deus. Willian P. Young retrata em detalhes em uma história surpreendente e avassaladora de construção de aproximação com a Unidade Trina.


Uma das coisas que mais me chama atenção no livro, é como ele, o Young, retrata em detalhes a controvérsia da imagem de Deus, Jesus e o Espirito Santo. A figura feminina, e, sem preonceitos, nunca foi tão marcante em um livro, e o final incofudivelmente, literalmente, surpreendente.

Nunca tinha lido um livro que me fizesse ir a fundo na história, e me fizesse querer saber mais daquela história todos os dias.

E é raro eu gostar de final de livros ou filmes. costumo assistir e criticar, e dizer o que poderia ter acontecido. Acho que poderia ser critico de cinema e de livros, ou mais.. hehehehe.. convencido não!

Os muitos filmes e livros que já assisti e li, foram construindo a minha ideia de leitura...

Outro livro que me chamou muita atenção e não poderia deixar de comentar é: Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? Este livro de Allan e Bárbara Pease, relata por meio de uma pesquisa que eles fizeram como é o comportamento do homem e da mulher no cotidiano, desde uma saida com um carro a uma vida á dois. Foi com este livro que passei a respeitar ainda mais as mulheres, pelos seus 3% a mais de inteligência e ao homens pela sua noção criativa e inovadora, é como se você entendesse o real motivo da existência de seu gênero sexual.

Existe um teste muito interessante, que encontra-se aqui no meu blog, nas postagens mais antigas, sobre o cérebro masculino e feminino, recomendo fazer. Acho que é verdadeiro... O resultado é conflitante!

Muito interessante!!!!


Aff.. Quase já ia me esquecendo dele, o livro que passei uns seis meses para concluir, mais valéu a pena, terminar a história. O Livro é relativamente grosso e você imagina que nunca vai conseguir concluir, o autor o Khaled Hosseini capricou na escrita. O seu livro, o mais vendido em 2008 foi: O Caçador de Pipas, a história de Amir e Hassan, uma amizade sem igual, como diz a minha esposa, uma amizade sem escrupulos. Vale muito a pena, é uma história sem fim....


São quatro livros "diferentes", que marcaram a minha leitura... bem interessantes... Vale a pena ler!

Hehehehehehe... quer mais informações sobre cada livro, minhas particularidades??? Pergunte-me???

Att,
Josenildo

domingo, 2 de janeiro de 2011

Mensagem Especial....


Como pode um só gesto unir dois corações?
Como pode um só gesto ser capaz de acalentar a alma?
Como pode um só gesto curar mágoas do passado?
Que força é essa, que cria laços? Que constrói pontes ao invés de paredes?
Um só gesto pode multiplicar a felicidade?
Um só gesto é capaz de dizer, para um, tudo que o outro está sentindo?
Como um só gesto pode falar tanto, sem que se diga uma palavra?
Um braço, outro braço, se faz o abraço. A mais pura expressão do amor...

Mensagem da Campanha de 30 anos e de Ano Novo das Farmácias Pague Menos.

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 chegou.........

Pois é....

2011 já chegou...

E chegou com força total...

2010 foi um ano de muitas lutas e de muitas vitórias também... Com elas vieram o nascer de novas oportunidades e o brilhar de muitas outras....

Este ano tenho muitas metas a cumprir e com elas o desenrolar de muitas outras histórias e causos. Sei que a reponsabilidade é tamanha, mas, confio em Deus e sei que ele não me deixará na mão...

Os meus projetos para 2011 me trará mais trabalho, mas o meu esforço aliado a muitos amigos me fará um dos caras mais felizes, dentro do possivel.

O Projeto Vida, Reitor da minha vida e trabalho, me tomará boa parte do tempo, apesar de não ser todos os dias, mas toda semana nos encontramos e está numa Coordenação de um Projeto grandioso como esse não é nada fácil.

A Faculdade, aff... nem se fala. Esse regime de adaptação vai me matar... Porém preciso dele... hehehehe... É necessário. Minha amada (Narla), este ano estará na faculdade junto comigo, pena não fazer o mesmo curso, mas vai tá tentando, já é muito pra mim.

Sem contar nos Projetos que tenho que desenvolver na faculdade e pela faculdade, as ações sociais e o projeto de sexualidade. Pretendo levar a minha turma para conhecer o meu municipio, to vendo um projeto simples, mas que mobilize através de um ação. Ainda o Projeto: POR QUE ABORDAR SEXUALIDADE NAS ESCOLAS? que promoveu em 2010 o entendimento e a intensionalidade de agregarmos este tema em sala de aula, na apresentação do ENIC ficamos em 2º lugar e queremos o 1º lugae e logo em seguida o 0º lugar, queremos merece-lo.

Este ano promete e muitoo..

No trabalho, quero poder crescer mais. Aprender mais... Viver mais intensamente com os meus adolescentes... detecto uma importância muito grande, afetivamente falando e profissionalmente. Isso tem me feito muito bem.

Tenho notado que no decorrer do ano passado, as conquistas que realizei foram oriundas do meu trabalho, da convivência com eles e elas, e da parceria com profissioanis exepicionais.

Na minha vida amorosa, quero casar-me, já que em 2010, não foi possivel. Quero conquista esta proesa.

...Filhos???? Só depois da faculdade,,, e olhe lá????

Na minha vida pessoal, pretendo trabalhar muiiiiitto... pagar as minhas contas - que não são poucas, e em fim, viajar... relaxar... amar mais... ler uns bons livros... ouvir uma boa música... e fazer a vontade de Deus...

No mais é correr atrás, se divertir.. sair com os amigos e trazer as prioridades para mais perto de mim...

Espero poder contar com a ajuda de todos...

Afetuosamente,
Josenildo Barreto